
Julho 11, 2009
Absorta na Saudade

Julho 09, 2009
Mensagem pra você

Mensagem pra você ( 1,0 MB)
Gandhi
clique para ver
Vasculhando meus CDs, encontrei esta apresentação que fiz la atrás, quando comecei com essa brincadeira, e como vi que não estava por aqui, posto agora ... espero que gostem.
Julho 02, 2009
Cai chuva do céu cinzento
Cai chuva do céu cinzento (1,0Mb)(Fernando Pessoa)
Clique para ver
Quem foi Fernando Pessoa?
Fernando António Nogueira Pessoa nasceu em 1888, em Lisboa, aí morreu em 1935, e poucas vezes deixou a cidade em adulto, mas passou nove anos da sua infância em Durban, na colónia britânica da África do Sul, onde o seu padrasto era o cônsul Português. Pessoa, que tinha cinco anos quando o seu pai morreu de tuberculose, tornou-se num rapaz tímido e cheio de imaginação, e num estudante brilhante. Pouco depois de completar 17 anos, voltou para Lisboa para entrar na universidade, que cedo abandonou, preferindo estudar por sua própria conta, na Biblioteca Nacional, onde leu sistematicamente os grandes clássicos da filosofia, da história, da sociologia e da literatura (portuguesa em particular) a fim de completar e expandir a educação tradicional inglesa que recebera na África do Sul. A sua produção de poesia e de prosa em Inglês foi intensa, durante este período, e por volta de 1910, já escrevia também muito em Português. Publicou o seu primeiro ensaio de crítica literária em 1912, o primeiro texto de prosa criativa (um trecho do Livro do Desassossego) em 1913, e os primeiros poemas em 1914. Vivendo por vezes com parentes, outras vezes em quartos alugados, Pessoa ganhava a vida fazendo traduções ocasionais e redacção de cartas em inglês e francês para firmas portuguesas com negócios no estrangeiro. Embora solitário por natureza, com uma vida social limitada e quase sem vida amorosa, foi um líder activo do movimento Modernista em Portugal, na década de 10, e ele próprio inventou vários movimentos, incluindo um "Interseccionismo" de inspiração cubista e um estridente e semi-futurista Pessoa manteve-se afastado das luzes da ribalta, exercendo a sua influência, todavia, através da escrita e das tertúlias com algumas das mais notáveis figuras literárias portuguesas. Respeitado em Lisboa como intelectual e como poeta, publicou regularmente o seu trabalho em revistas, boa parte das quais ajudou a fundar e a dirigir, mas o seu génio literário só foi plenamente reconhecido após a sua morte. No entanto, Pessoa estava convicto do próprio génio, e vivia em função da sua escrita. Embora não tivesse pressa em publicar, tinha planos grandiosos para edições da sua obra completa em Português e Inglês e, ao que parece, guardou a quase totalidade daquilo que escreveu.Em 1920, a mãe de Pessoa, após a morte do segundo marido, deixou a África do Sul de regresso a Lisboa. Pessoa alugou um andar para a família reunida - ele, a mãe, a meia irmã e os dois meios irmãos - na Rua Coelho da Rocha, nº 16, naquela que é hoje a Casa Fernando Pessoa. Foi aí que Pessoa passou os últimos 15 anos da sua vida - na companhia da mãe até à morte desta, em 1925, e depois com a meia irmã, o cunhado e os dois filhos do casal (os meios irmãos de Pessoa emigraram para a Inglaterra).Familiares de Pessoa descreveram-no como afectuoso e bem humorado, mas firmemente reservado. Ninguém fazia ideia de quão imenso e variado era o universo literário acumulado no grande baú onde ele ia guardando os seus escritos ao longo dos anos.O conteúdo desse baú - que hoje constitui o Espólio de Pessoa na Biblioteca Nacional de Lisboa - compreende os originais de mais de 25 mil folhas com poesia, prosa, peças de teatro, filosofia, crítica, traduções, teoria linguística, textos políticos, horóscopos e outros textos sortidos, tanto dactilografados como escritos ou rabiscados ilegivelmente à mão, em Português, Inglês e Francês. Pessoa escrevia em cadernos de notas, em folhas soltas, no verso de cartas, em anúncios e panfletos, no papel timbrado das firmas para as quais trabalhava e dos cafés que frequentava, em sobrescritos, em sobras de papel e nas margens dos seus textos antigos. Para aumentar a confusão, escreveu sob dezenas de nomes, uma prática - ou compulsão - que começou na infância. Chamou heterónimos aos mais importantes destes "outros", dotando-os de biografias, características físicas, personalidades, visões políticas, atitudes religiosas e actividades literárias próprias. Algumas das mais memoráveis obras de Pessoa escritas em Português foram por ele atribuídas aos três principais heterónimos poéticos - Alberto Caeiro, Ricardo Reis e Álvaro de Campos - e ao "semi-heterónimo" Bernardo Soares, enquanto que a sua vasta produção de poesia e prosa em Inglês foi, em grande parte, creditada aos heterónimos Alexander Search e Charles Robert Anon, e os seus textos em francês ao solitário Jean Seul. Os seus muitos outros alter-egos incluem tradutores, escritores de contos, um crítico literário inglês, um astrólogo, um filósofo e um nobre infeliz que se suicidou. Havia até um seu "outro eu" feminino: a corcunda e perdidamente enamorada Maria José. No virar do século, sessenta e cinco anos depois da morte de Pessoa, o seu vasto mundo literário ainda não está completamente inventariado pelos estudiosos, e uma importante parte da sua obra continua à espera de ser publicada.
Fonte: Casa Fernando Pessoa
Junho 30, 2009
Te AMO

Filho de um operário ferrroviário e de uma professora primária, nasceu em 12 de julho de 1904, na cidade de Parral (Chile). Seu nome era verdadeiro era Neftalí Ricardo Reyes Basoalto. Perdeu a mãe no momento do nascimento...quer saber mais olhe aqui "Sua pesquisa)
Junho 18, 2009
Melancia - Marian Keyes

Junho 07, 2009
Conectados pela alma
Recebi este texto por email, e me encantei, pois expressa exatamente como me sinto, não resiti e ai esta o resultado. Para todos os meus amigos, agradecendo o carinho que tenho recebido de pessoas muito especiais que vivem ai do outro lado da minha telinha. Maio 01, 2009
Abril 09, 2009
Abril 06, 2009
Noticias minhas...

Abril 02, 2009
Abril 01, 2009
Março 31, 2009
Março 25, 2009
Eternamente Mulher
Eternamente Mulher (1,73MB)Ana Terezinha Drumond Machado
clique para ver
Letra/tradução musica no Slide.
Oh Pretty Woman (tradução)
Roy Orbinson
Composição: Roy Orbinson
Linda mulher, descendo a rua
Linda mulher, do tipo que eu quero conhecer
Linda mulher, eu não creio em você, você não é real
Ninguém poderia ser tão bela quanto você
Misericórdia!
Linda mulher, você não vai me perdoar?
Linda mulher, eu não poderia ajudar você, mas veja
Linda mulher,
Que você é admirável, como pode estar
Sozinha, assim como eu
Raooorrrr!
Linda mulher, espere um instante
Linda mulher, converse um instante
Linda mulher, dê-me seu sorriso
Linda mulher, yeah Yeah Yeah
Linda mulher, olhe meu jeito
Linda mulher, diga que você ficará comigo
Porque eu preciso de você, eu tratarei você bem
Venha comigo, bebê, seja minha esta noite
Linda mulher, não se afaste
Linda mulher, não me faça chorar
Linda mulher, não vá embora, ó, está bem?
Se é desse jeito que tem de ser, está bem
Eu acho que irei para casa, já é tarde
Haverá um amanhã à noite, mas espere
O que eu vejo?
É ela, voltando para mim!
Oh, oh, linda mulher.
Março 24, 2009
Ganhei essa semana














